Vitamina D3: qual a sua função e para que serve?

Em artigos recentes aqui no blog, temos abordado as funções e os benefícios de diferentes vitaminas.

De um modo bem simples, podemos dizer que a vitamina é algo que o nosso corpo não fabrica, mas que desempenha diferentes funções bioquímicas e que, assim, deve ser obtido por meio da dieta ou com alguma ajuda externa.

O rol dessas funções bioquímicas é bastante amplo e vai desde a proteção do revestimento superficial dos olhos até o fortalecimento dos nossos ossos, por exemplo. Isso faz da vitamina um importante aliado na conquista de um organismo saudável e funcional.

Por exemplo, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista conduziram um estudo recente, no qual demonstram que existe uma forte associação entre a deficiência de vitamina D e a síndrome metabólica – um conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, de acidente vascular cerebral e de diabetes – em mulheres no período de pós-menopausa. Outros estudos atuais têm relacionado a deficiência nessa vitamina com várias doenças autoimunes, incluindo o lúpus.

No post de hoje, falaremos sobre um subtipo da vitamina D: a vitamina D3. Qual a sua função bioquímica? Que benefícios esse composto traz para o nosso organismo? Em quais alimentos podemos encontrá-lo? Continue a leitura e confira as respostas a seguir!

Perfil bioquímico da vitamina D3

A vitamina D apresenta-se, principalmente, na forma da vitamina D2 e da vitamina D3, que também é chamada de “colecalciferol”. 

O colecalciferol é um composto orgânico, ou seja, é constituído por átomos de carbono. Ele foi descrito pela primeira vez em 1936 e, atualmente, integra a  lista de medicamentos essenciais produzida pela Organização Mundial da Saúde, sendo considerado um dos medicamentos mais eficazes e seguros em qualquer sistema de saúde.

A vitamina D3 é produzida pela pele quando nos expomos à luz solar e também é encontrada em alguns alimentos. O colesterol que existe no nosso organismo é a base para a fabricação de uma molécula denominada 7-dehidrocolesterol que, na epiderme (camada mais superficial da pele), ao ser penetrada por raios ultravioletas do tipo B, é transformada em pré-vitamina D. Esse composto fica então armazenado no fígado e depois nos rins, onde passa por outras transformações até se transformar em vitamina D3.

É precisamente essa participação da radiação ultravioleta no processo que dá à vitamina D3 a alcunha de “a vitamina luz do sol”.

Existe uma extensa literatura acerca dos benefícios da vitamina D3. Vejamos a seguir algumas delas.

Benefícios da vitamina D3 para o nosso organismo

Primeiro, para que você tenha uma ideia do alcance da atuação desta vitamina, segue uma lista não exaustiva de áreas nas quais ela pode atuar: cartilagens, células produtoras de insulina, cérebro, coração, desenvolvimento do embrião, estômago, fígado, folículo capilar, formação de placenta, funcionamento da musculatura, glândula supra-renal, hipófise, inibidores do câncer, intestino, mamas, medula óssea, ossos, ovários, paratireóide, parótida, pele, próstata, pulmões, retina, rins, sistema imunológico, tecido adiposo, testículos, timo, tireóide e útero.

Impressionante, não? Veja a seguir algumas outras funções desempenhadas pela vitamina D3:

–  Reduz certos tipos de câncer, como câncer de próstata, mama e de cólon. Há médicos que afirmar que todos os tipos de câncer, sem exceção, podem ser prevenidos com a vitamina D3;

– reduz o risco de doenças cardíacas e de pressão arterial alta;

– diminui os níveis de colesterol ruim no corpo;

– ajuda a fortalecer a saúde dos dentes e ossos em crianças e está ligada à prevenção do raquitismo. Na mesma linha, promove mais absorção de cálcio no sangue, fortalecendo os ossos;

– melhora a nossa massa óssea e auxilia a proteger o corpo contra a fraqueza muscular;

– aprimora o funcionamento do nosso sistema imunológico, prevenindo o aparecimento de doenças autoimunes, incluindo alergias e lúpus, como já mencionamos;

– reduz o risco de aparecimento de diabetes, criando uma secreção de insulina e fazendo com que o corpo processe mais efetivamente o açúcar.

– há também benefícios para a mente, pois ajuda a vitamina D3 prevenir doenças como mal de Alzheimer e Parkinson, além de controlar transtornos de mudança de humor como casos de depressão.

Onde encontrar a vitamina D3?

A deficiência de vitamina D3 (fenômeno conhecido pelos médicos como “hipovitaminose”) pode ter efeitos nocivos para a nossa saúde. Em crianças, pode estar associada ao raquitismo, a doença que deforma os ossos e dentes. Em adultos, as consequências podem ser o desenvolvimento de certos tipos de câncer, osteoporose e diabetes tipo 1, entre outras doenças.

A prevalência de hipovitaminose D3 tem sido observada com frequência mesmo em regiões de baixa latitude, como em Recife, região com clima tropical e abundante luz solar durante a maior parte do ano. Mulheres no período pós-menopausa que vivem em áreas com franca exposição à luz solar também apresentaram hipovitaminose D3.

A prevalência dessa deficiência aumenta significativamente com a idade, sendo encontrada em 30% das mulheres entre 50 e 60 anos de idade e em mais de 80% nas mulheres com 80 anos de idade.

Assim, é necessário estar atento a essa carência, o que poderá ser avaliado pelos médicos mediante exames clínicos. Se confirmada a hipovitaminose, o ideal é que haja a ingestão de suplementos vitamínicos.

Os alimentos ricos em vitamina D3 são óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinha, fígado, gema de ovo, vegetais ricos em óleo e leite, chocolate e manteiga.

Macrophytus Vitamina D3

Na Macrophytus, temos a solução para os casos de hipovitaminose D.

Com um composto de óleo de soja e vitamina D3, o Macrophytus Vitamina D3 é comercializado em frasco com 60 comprimidos.

Além das funções já listadas para a vitamina D3, destacamos a seguir outras propriedades deste produto:

– atua no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas;

– regula os níveis séricos de cálcio e fósforo, aumentando a absorção desses minerais;

– previne a osteopenia (perda precoce de densidade óssea) e a osteomalacia (amolecimento dos ossos) em adultos. Quer conhecer outras dicas naturais que podem trazer saúde e muitos benefícios para o seu organismo? Então, explore nosso blog e leia o nosso artigo sobre a vitamina D e seus benefícios. Se quer saber mais sobre quais são os sinais comuns de hipovitaminose, clique aqui e confira o nosso artigo sobre esse tema.


Estresse pode causar problema de pele?

O mercado de cosméticos tem cada vez mais opções de produtos anti-idade. As pessoas têm se interessado mais por consumir alimentos antioxidantes. Linhas de maquiagem estão cada vez mais especializadas em atender as necessidades estéticas da pele. A medicina e as linhas de medicamentos buscam crescentemente resolver problemas dermatológicos.

Todos esses fatos têm uma razão em comum: a pele tem sofrido as consequências da má qualidade de vida, gerada pelo estresse, pela ansiedade, depressão etc. Por ser um órgão visível do corpo, uma pele fragilizada afeta não somente à saúde, mas também à autoimagem, à autoestima e até mesmo relacionamentos interpessoais.

            No artigo de hoje, veremos que o estresse causa problema de pele, sim. Falaremos sobre algumas doenças de pele agravadas por ele e daremos dicas de como proteger-se de maus hábitos que pioram o quadro de agitação, inclusive por meio de uma alimentação balanceada.

O adoecimento da pele

Em uma dissertação de mestrado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, intitulada O adoecimento da pele: um estudo de qualidade de vida, estresse e localização da lesão dermatológica, a psicóloga Martha Wallig Brusius Ludwig observa que a pele pode ser considerada a parte externa do sistema nervoso, pois ambos originam-se da mesma camada celular, a ectoderme. A psicóloga nota que a pele é como um espelho de nossas emoções: “quando sentimos vergonha, enrubescemos; quando sentimos medo, empalidecemos”.

            No mesmo trabalho, Ludwig afirma que “o estresse é um fator que está relacionado com o surgimento e desenvolvimento de doenças” e que “o estresse psicológico e a ansiedade têm sido reconhecidos clinicamente pelos dermatologistas como relacionados à piora das lesões de pele”. É o caso da psoríase e do vitiligo, comprovadamente agravados por problemas nervosos.

            Saiba mais sobre as doenças de pele relacionadas ao estresse.

Psoríase: manchas avermelhadas e descamativas em regiões do corpo, como no rosto, joelho, cotovelo e couro cabeludo. Regiões mais raras também podem ser afetadas, como mãos, pés, genitálias e unhas. O estresse, embora não seja a causa primária da doença, é um forte complicador.

Vitiligo: assim como a psoríase, o vitiligo não tem suas causas totalmente esclarecidas, o que se sabe é que o estresse e demais problemas emocionais interferem profundamente no tratamento da doença. Com lesões formadas pela diminuição ou falta de melanócitos – células responsáveis pela formação do pigmento que dá cor à pele (melanina) – o vitiligo é caracterizado pela perda de pigmentação da pele, normalmente por um embranquecimento de regiões como rosto, braços, mãos ou, em casos mais avançados, no corpo quase todo.

Acne: embora aparentemente simples, a acne pode se tornar um grande pesadelo para muitas pessoas. O problema pode se agravar muito conforme o nível de estresse que a pessoa apresenta. A maioria dos pacientes confessam que o quadro agrava em tempos de inquietação. Caso o estresse não seja controlado, pode ocorrer a manipulação das lesões pelo paciente, acarretando em formação de escoriações e cicatrizes na pele. Há casos que chegam ao neurótico ou psicótico devido ao estresse emocional não tratado, levando alguns pacientes a serem medicados com antidepressivos.

            Outras doenças agravadas pelo estresse são a dermatite atópica, dermatite seborreica, desidrose, hiperidrose (suor excessivo), rosácea etc.

Como aliviar o estresse

O paciente precisa encontrar formas de aliviar a tensão diária, praticando exercícios físicos, ingerindo alimentos calmantes, meditando, conversando com alguém ou, para quem gosta, escrevendo um diário com as experiências que tem ao longo dos dias ou semanas; especialistas asseguram que a prática da escrita é terapêutica.

Alimentação balanceada

Uma alimentação saudável é fundamental para amenizar o estresse. Alguns alimentos indicados para o caso são: o alface, formado pelos compostos lactucina e lactupicrina, que são fortes calmantes naturais; tais substâncias estão presentes tanto nos talos quanto nas folhas; o espinafre e o brócolis, riquíssimos em potássio e ácido fólico, importantes para o funcionamento adequado das células; frutas como a laranja, excelente relaxante muscular, previsse a fadiga e combate os níveis de estresse, e o maracujá, cuja poder calmante não está apenas na polpa mas, principalmente, nas folhas da planta, que contêm alcaloides e flavonoides, que atuam como analgésicos e relaxantes musculares.

Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B12, como queijo minas, amêndoas, carne, ovo, leite, banana, aveia e batata também são importantes para quem sofre com o estresse, porque repõem as proteínas usadas como fonte de energia em momentos de nervosismo.

Em caso de insuficiência alimentar, você pode contar com produtos do mercado de suplementação, como o Goji Berry com Cromo e Vitamina A, da Macrophytus, um poderoso inibidor da fadiga e do estresse, que também atua como antioxidante. O Goji Berry com Cromo e Vitamina A também impede a absorção de patógenos intestinais, previne infecções urinárias, evita prisão de ventre e auxilia da redução de colesterol. Acompanhe o nosso blog e a nossa Página no Facebook para acompanhar frequentemente os nossos conteúdos. Até o próximo post!


Betacaroteno: qual a função e para que serve?

O betacaroteno é apenas um dos mais de 600 carotenoides encontrados nas plantas ao redor do mundo. Cerca da metade deles são grande fonte de vitamina A, por essa razão são também conhecidos como provitamina A. Após passar por uma conversão no organismo, o betacaroteno é, entre todos, o que apresenta maior nível dessa vitamina.

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6 grandes benefícios da chlorella para a sua saúde

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